António Feio referiu-se várias vezes a uma urgência de viver que, forçosamente, se tinha instalado na sua vida.
Já há cerca de um ano tinha sido forçado a uma despedida precoce da sua irmã.
Tive a sorte de poder assistir, desde os tempos do Clube Estefânia na companhia do Miguel Guilherme e do José Pedro Gomes entre outros, a um percurso de palco fantástico.
Essa recordação ficará para sempre entre nós e, certamente, outros falarão sobre este percurso de forma mais capaz do que eu.
Recentemente, na sequência da apresentação do filme "Contraluz", tocaram-me estas suas palavras que partilho aqui convosco.
Por mim, obrigado por tudo.
Aqui pode caber de quase tudo ou quase nada! Sem grandes compromissos ou pretensões gostava de ir partilhando coisas que me vão passando pela cabeça! Tenho encontrado por aí fotos, textos, filmes, livros, terras, caminhos, gentes e sabe-se lá que mais que bem merecem ser lembrados aqui e ali. Conto convosco!
sexta-feira, 30 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
O Futuro!
Afinal quando é o futuro? Ou onde?
Eu cá não sei mas também aqui não se sabe quase nada e quase tudo é disparate!
Apesar das dúvidas que o tema levanta, um destes dias, o L.G. mandou-me um mail que pode ajudar à clarificação do assunto.
Lembram-se do Delorean? Viram algum no dia 06/07/2010?
Se não sabem ou não se lembram do que é um Delorean eu dou uma ajuda. Era o carro utilizado no filme Back to the Future. Curiosamente o filme voltou a fazer um grande sucesso há uns 4 anos... junto dos meus filhos que nunca o tinham visto! Pois... é de 1985 e eles já são da década de 90... e eu da de 60...
Que raio, isto é passado e eu hoje estou voltado para o futuro, ou qualquer coisa que me possa parecer isso!
No primeiro filme da saga Doc Brown marca no Delorean um destino futuro para Marty McFly.
E, aqui sim, o futuro tem data marcada!
Mas agora também já é passado e eu também não vi o carro em lado nenhum!
Já com o Espaço 1999 foi a mesma coisa. Esperei anos pelo cumprimento da promessa de que iríamos perder a Lua em 13/09/1999 e ela lá continua. Da Base Lunar Alpha é que nunca mais ouvi falar e fiquei sem saber se o Comandante Jonh Koenig ficou ou não com a Dr Helena Russel!
No meio de tudo isto continuo sem saber onde é o futuro e não me sinto com vontade de acreditar em ninguém que me venha com essa conversa outra vez!
Então ministros sem crise que marcam datas para o fim da crise dos outros é que nem vê-los!
Na verdade tudo é passado, até a luz do Sol que me atinge neste preciso momento já morreu há 8 minutos atrás. Quando lerem isto (coitados) já será passado, já é passado neste momento!Bolas... estou baralhado!
Vou mas é parar com isto antes que tenha alguma recaída punk!
Mas também esses punks do "No Future" não são agora os mesmos que andam por aí a vender as ilusões do futuro?!!
Continuo baralhado... mais baralhado!
Uma coisa é certa, desde a primeira vez que vi o Back to the Future até agora foi um instantinho, portanto, aproveitem tudo que isto acaba depressa!
Bom futuro!
domingo, 6 de junho de 2010
Tom Iluminado
A manhã ia a meio e este era um pretexto tão bom como outro qualquer para ir beber um café. Nem costumo ir sozinho mas desta vez deve-me ter dado forte esta privação da cafeína e lá fui no silêncio dos meus pensamentos.
À volta encontrei o Saborida e, inevitavelmente, flui conversa! E conversa entre nós tem aquela coisa boa de, regra geral, não versar banca!
Palavra puxa palavra, vem à baila um espectáculo musical que ele e os amigos destas lides estavam a ultimar para apresentação nos dias 4, 5, 26 e 27 de Junho na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul. Cantinho emblemático nesta cidade ao qual vale a pena dar um salto.
Palavra puxa palavra, vem à baila um espectáculo musical que ele e os amigos destas lides estavam a ultimar para apresentação nos dias 4, 5, 26 e 27 de Junho na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul. Cantinho emblemático nesta cidade ao qual vale a pena dar um salto. Sabendo dos gostos musicais que habitam aquelas mentes não me estranhei ao aceitar de imediato o convite para os ir ouver.
O desafio, o deles, esse sim era grande. Revisitar António Carlos Brasileiro de Almeida Jobim.
O Tom Jobim, um dos criadores da Bossa Nova, um inventor de harmonias que definitivamente casou o jazz com estruturas musicais tipicamente brasileiras. Não é fácil lidar com toda aquela complexidade tonal mas estes meninos também não estão cá há dois dias!
E aproveitei para levar os meus dois filhos geração Rock in Rio para ouvir alguma coisa do Brasil que não seja Ivete Sangalo!
Não estava era à espera de encontrar um verdadeiro Café-concerto com palco montado, multimédia, leitura de textos, com luzes e tudo!
À maneira, por assim dizer!
Estou mais habituado a que saiam dali uns belos de uns acordes quase improvisados numa onda caseira!
Apagaram-se as luzes.
Arrancou um pequeno filme sobre a Bossa Nova e Tom Jobim e entraram os 3 artistas, vestidos a rigor para a ocasião, e só vos posso dizer que este acolhedor palco confirmou todas as expectativas assim que soaram os primeiros acordes. Entre outras ouvimos “Eu Sei Que Vou Te Amar”, “Desafinado”, “Águas de Março”, “Samba de Uma Nota Só”, “Garota de Ipanema” e... e muito mais! Houve passagens só instrumentais e uns pequenos e deliciosos textos lidos do fundo desta pequena sala que nos envolveram ainda mais neste universo!
Arrancou um pequeno filme sobre a Bossa Nova e Tom Jobim e entraram os 3 artistas, vestidos a rigor para a ocasião, e só vos posso dizer que este acolhedor palco confirmou todas as expectativas assim que soaram os primeiros acordes. Entre outras ouvimos “Eu Sei Que Vou Te Amar”, “Desafinado”, “Águas de Março”, “Samba de Uma Nota Só”, “Garota de Ipanema” e... e muito mais! Houve passagens só instrumentais e uns pequenos e deliciosos textos lidos do fundo desta pequena sala que nos envolveram ainda mais neste universo! Valeu! Valeu mesmo!
Atingiu-se rapidamente o fim do espectáculo e já sentíamos vontade de ouvir mais! Os aplausos finais fazem adivinhar que não podem ficar por aqui!
Neste Tom Iluminado, Carlos Saborida, Gustavo Sequeira, José Pontes, José Boavida e a Guilherme Cossul estão de parabéns!
Aquele abraço!
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Salvem o Miguel!
Isto só em Portugal!!!
Isto só neste país!!!!
É raro o dia em que não ouço isto!
Se não for da política é dos clubes, ou da justiça, ou do trânsito, ou das papeladas ou do tempo ou do azar ou... ou... ou... sei lá que mais!
Não acreditem!
É que a coisa é sempre dita em tom de desconsideração sem sequer se saber se a vizinha tem galinha quanto mais ser melhor que a minha!
Não sabem muito bem, pois não?
Nãã...
Há tempos, num dos textos que o amigo M. costuma escrever, tirou da cartola um pequeno filme.
Deixo-vos hoje esse pequeno filme, na verdade um filme publicitário contendo no seu elenco Rob Schneider que se embrenha em Portugal em busca do Miguel para, desesperadamente, o encontrar e salvar.
Grande Rob!
Grande Miguel!
Mais não digo...
Vejam e depois digam a plenos pulmões:
"Isto só nesta terra!"
Isto só neste país!!!!
É raro o dia em que não ouço isto!
Se não for da política é dos clubes, ou da justiça, ou do trânsito, ou das papeladas ou do tempo ou do azar ou... ou... ou... sei lá que mais!
Não acreditem!
É que a coisa é sempre dita em tom de desconsideração sem sequer se saber se a vizinha tem galinha quanto mais ser melhor que a minha!
Não sabem muito bem, pois não?
Nãã...
Há tempos, num dos textos que o amigo M. costuma escrever, tirou da cartola um pequeno filme.
Deixo-vos hoje esse pequeno filme, na verdade um filme publicitário contendo no seu elenco Rob Schneider que se embrenha em Portugal em busca do Miguel para, desesperadamente, o encontrar e salvar.
Grande Rob!
Grande Miguel!
Mais não digo...
Vejam e depois digam a plenos pulmões:
"Isto só nesta terra!"
sábado, 15 de maio de 2010
Sinais, regras e polícias sinaleiros!
Numa altura em que a minha filha J acabou de fazer exame de código escusado será dizer que fui deitando um olho aos sinais e às regras de trânsito que ela ia estudando.Inevitável também foi fazer uns quantos exames.
Para quem conduz todos os dias moto ou carro os resultados foram, ou melhor, seriam, muito à base de chumbo!
Chumbo nos sinais, chumbo nas regras… uma chumbada!
Sinais há muitos mas agora vi uns a que nunca tinha ligado!Umas cargas explosivas, umas mais explosivas que outras com umas letras e números indecifráveis!
A importância daquela informação será relevante para os bombeiros, para a protecção civil e para se poderem passar umas multazitas mas para mim vai continuar a ser um mistério!
Só sei que de veículos pesados com cisternas às costas o melhor é haver distância.
Até dos que transportam leite, ou dizem que transportam leite, desconfio!
Nas perguntas das regras gosto particularmente daquelas que metem um cruzamento onde se apresentam um veículo de tracção animal, um velocípede com motor auxiliar, uma ambulância assinalando marcha de urgência, tudo misturado com informação horizontal e vertical, leia-se, muitos riscos no chão e sementeira de sinais vários!
O objectivo é como proceder, estando eu no veículo A.
Sei lá eu!
Sinto-me o animal a puxar o tal veículo!
Pelo sim, pelo não, que avance o “tinóni” que depois logo se verá!
Curiosamente nunca encontrei esta solução nas soluções e que julgo ser a mais usada na vida real!
É mais ou menos como o “Desliga e Volta a Ligar” dos computadores.
Solução com alto grau de eficácia mas, envergonhadamente, pouco reconhecida!
Quando fiz o meu exame de código há 28 anos nunca me dei bem com a teoria toda daqueles pormenores de uma sinalética muito especial que, quando levada a rigor, me deixava quase com medo de avançar ou parar.Estou a falar da saudosa figura do polícia sinaleiro.
Com algo de malícia, que o tempo se encarregou de esbater, chamavam-lhe os “Cabeças de Giz” por causa do capacete branco que fazia parte do fardamento com ar colonial e que incluía luvas brancas.
Criado o Corpo de Polícias Sinaleiros em 1927 chegaram a ser mais de 250 e foram desaparecendo do panorama na cidade de Lisboa.À conta da Gertrudes (lembram-se), pois então!
Gestion Electronique de Règulation en Temps Réel pour l'Urbanisme, les Déplacements et l'Environnement!!!
Finalmente percebo que a minha tia Gertrudes não tinha nada a ver com isto!!!
Dos últimos que vi, um esteve muito tempo no cruzamento da Rua da Escola Politécnica com a Rua de S.Mamede e outro estava num cruzamento perto do Museu do Azulejo, em Xabregas.
O Sr.Agente António Paixão, o tal que durante anos esteve no cruzamento na Escola Politécnica, licenciou-se em Políticas Sociais pela Universidade Aberta, julgo que há uns 2 ou 3 anos.
Posso-vos dizer, na primeira pessoa, que lhe assenta que nem uma luva esta licenciatura!
Um dia, mais uma vez, não entendi um dos seus sinais e vai de avançar quando devia era estar quietinho!
Ainda hoje ouço a apitadela junto à janela do carro e que me ia ensurdecendo!
Lá me expliquei como pude mas tenho presente que a sua atitude foi completamente didáctica apesar do ar de ralhete.
Como lá passava todos os dias passámos a cumprimentar-nos sempre que nos cruzávamos, mesmo a pé e noutros locais!

Guardo a imagem deste homem e do seu antecessor, o Sr Agente António Maria, como sendo gente que fundamentalmente ajudava os outros.Agradeciam os míudos que ali atravessavam a rua para a escola que também já não é, o corte atempado de trânsito para o ciclista passar mais à vontade, a palavra amiga aos mais idosos.
Tudo isto fez dele aquilo a que agora se chama o polícia de proximidade.
Soube que está associado a programas específicos como o “Escola Segura” pelo que me parece estarem todos de parabéns na companhia do Dr. Paixão!
Priiiiiiiiiiii!
Avancem!
quarta-feira, 21 de abril de 2010
O vulcão Eyjafjallajökull
Ora fala-se de quê?
Vacas loucas já lá vão, da gripe A é melhor nem falar, Casa Pia, Apitos coloridos e Freeport já não entusiasmam e a tia do Louçã é manso!
Espera… não devia ser… mansa??!
O homem baralhou-se com a possibilidade dos casamentos homossexuais e já começou a trocar géneros!!
Que diabo!
Adiante, adiante…
Havia, pois, que encontrar rapidamente um tema senão poder-se-ia correr o risco de começar a discutir coisas sérias!
Voltando ao vulcão, fiquem a saber que dá pelo nome de Eyjafjallajökull e que em islandês este palavrão se decompõe em "eyja"que significa ilha; "fjall" ou "fyoll" que quer dizer montanha e "jökull" que significa glaciar. (webcam... às vezes dá imagens!!)
Já se percebeu que a única previsão válida para tudo isto é que não se podem fazer previsões!
E também talvez nos faça bem de quando em quando percebermos quanto pequenos e expostos somos e estamos.
Da Islândia ouviam-se maravilhas da vida que se vivia por lá, apesar de pessoalmente desconfiar face ao pouco sol em tais latitudes.
Depois veio esta crise financeira, que também ainda vai pairando por todo o lado, e ficámos a saber que esse mesmo país das maravilhas podia falir, vítima também de um conjunto de instrumentos financeiros, mais que duvidosos, comprados ao exterior.
Mas agora, qual vingança, vai de paralisar a Europa!
Vai parar tudo e volta daqui a uns meses, anos ou séculos?
O vento mudou e ela (cinza) não voltou?
Pois logo se verá!
Tudo isto é quase irónico!
No meio deste cinzentismo todo o Sr. Presidente da República deu um ar da sua graça, perdendo aquele habitual ar de cavaco, e proporcionou um simpático regresso a um grupo de crianças açoreanas que estava retido em Estrasburgo! (ver video)
Pelo menos há assunto para mais uns dias e até já houve um Prós e Contras à conta!
Depois logo se vê mas, cá para mim, todo o tempo de antena vai ser curto com o benfas à beira de ser campeão!
Até já reservaram o Marquês!!
Haja assunto!
Vacas loucas já lá vão, da gripe A é melhor nem falar, Casa Pia, Apitos coloridos e Freeport já não entusiasmam e a tia do Louçã é manso!
Espera… não devia ser… mansa??!
O homem baralhou-se com a possibilidade dos casamentos homossexuais e já começou a trocar géneros!!
Que diabo!
Adiante, adiante…
Havia, pois, que encontrar rapidamente um tema senão poder-se-ia correr o risco de começar a discutir coisas sérias!
Salvos pelo gong!
E toca a falar e escrever sobre a Islândia ( até eu! ), do vulcão, das cinzas, dos ventos, dos aviões, dos turistas, do caos, dos táxis, dos hotéis!
Sabiam onde ficava a Islândia?
Não se importem, agora já sabem e podem ficar a saber umas coisas mais se clicarem aqui e ou aqui (origem das fotos)
Onde fica, quantos são, o clima, etc. e tal!
A Wikipédia é a maior mas não encontrei nesta página referência aos Sigur-Rós que, já agora, aconselho!
Grande som!
O outro link tem a particularidade de ser a página de um brasileiro a residir por lá.
O outro link tem a particularidade de ser a página de um brasileiro a residir por lá.
Voltando ao vulcão, fiquem a saber que dá pelo nome de Eyjafjallajökull e que em islandês este palavrão se decompõe em "eyja"que significa ilha; "fjall" ou "fyoll" que quer dizer montanha e "jökull" que significa glaciar. (webcam... às vezes dá imagens!!)O pior é pronunciar este aglomerado de letras e, ao que consta, os islandeses têm gozado o pratinho com a forma como os jornalistas estrangeiros o dizem! (pronunciar)
Pode tentar ouvir a forma correcta de dizer o nome do vulcão islandês no link acima mas nem sempre o mesmo funciona bem.Já se percebeu que a única previsão válida para tudo isto é que não se podem fazer previsões!
E também talvez nos faça bem de quando em quando percebermos quanto pequenos e expostos somos e estamos.
Da Islândia ouviam-se maravilhas da vida que se vivia por lá, apesar de pessoalmente desconfiar face ao pouco sol em tais latitudes.
Depois veio esta crise financeira, que também ainda vai pairando por todo o lado, e ficámos a saber que esse mesmo país das maravilhas podia falir, vítima também de um conjunto de instrumentos financeiros, mais que duvidosos, comprados ao exterior.
Mas agora, qual vingança, vai de paralisar a Europa!
E esta paralização não se resolve como aquela dos transportes pesados rodoviários que tivemos em Portugal e que foi resolvido à pressa com umas benesses de impostos e redução de custos nas auto-estradas!
Aqui espera-se que passe!
Vão existir sismos?
Mais erupções?Vai parar tudo e volta daqui a uns meses, anos ou séculos?
O vento mudou e ela (cinza) não voltou?
Pois logo se verá!
Tudo isto é quase irónico!
No meio deste cinzentismo todo o Sr. Presidente da República deu um ar da sua graça, perdendo aquele habitual ar de cavaco, e proporcionou um simpático regresso a um grupo de crianças açoreanas que estava retido em Estrasburgo! (ver video)
Pelo menos há assunto para mais uns dias e até já houve um Prós e Contras à conta!
Depois logo se vê mas, cá para mim, todo o tempo de antena vai ser curto com o benfas à beira de ser campeão!
Até já reservaram o Marquês!!
Haja assunto!
quinta-feira, 1 de abril de 2010
As cores dos carros!
Quando os miúdos eram… miúdos, jogávamos qualquer coisa, mesmo que nem merecesse o nome de jogo, para acelerar o tempo da viagem dentro do carro.
Uma tentativa mais ou menos conseguida (tinha dias) de máquina do tempo.
Até porque, ao fim de 10 Km, lá aparecia a costumeira pergunta “Ainda falta muito?”… Ó se falta, pensava eu… e ia andando!
Entre outros entretens parvos, havia jogos com palavras baseadas nas matrículas dos carros, palavras por famílias e também cores de carros.
Cada um escolhia uma cor e depois iam contando os da sua cor.
Quem chegasse primeiro aos 20, por exemplo, ganhava!
Fantástico!
Mesmo assim dava discussão porque apareciam sempre nestas alturas uns vislumbres de daltonismo interesseiro!
Este então era o jogo do “último reduto”!
O jogo em que, até eu, me propunha a perder (não gosto nem a feijões) só para percorrer uns km’s mais sossegado.
O jogo que propunha, já depois de ter tentado, sem sucesso, dar uma lamparina a qualquer um dos dois e à beira de uma luxação num ombro!
À partida perdia sempre porque escolhia a cor roxo, por exemplo!
Mas ganhava logo umas risadas de escárnio daquelas duas pestes amarradas lá atrás!
Ok, mais meia dúzia de km’s superados em paz mas com pouco sossego!
Mas voltando ao que me trouxe aqui, nas cores de carros somos na verdade muito formais.
A maioria opta pela cor de panela ou pelo preto tipo ministerial!
E por isso eram sempre as cores que eles escolhiam, os espertinhos!
Há é panelas mais ou menos brilhantes e pretos vários, mas tudo muito, muito pardacento.
Mas, pasme-se, arranjaram-lhes uns nomes pomposos como, Preto Rubacuori, Cinzento Impeccabile, Preto Phantom, Cinzento Meteoro, Preto Sapphire, Cinzento Pannacotta, Cinzento Intellettuale, etc e tal!
Um gozo!
Um destes dias no congresso do PSD em Mafra era vê-los!
Aquilo parecia uma “manif” de carros fúnebres e, na verdade, talvez não fosse caso para menos!
Agora começaram a surgir uns carros topo de gama de cor branca.
Notam-se!
São vivaços!
Mas não são nenhum branco frigorífico!
Nem pensar!
Dão por nomes como Branco Divino, Branco Radioso, Branco Ibis, Branco Olímpico… branco mais branco não há!
Uma tentativa mais ou menos conseguida (tinha dias) de máquina do tempo.
Até porque, ao fim de 10 Km, lá aparecia a costumeira pergunta “Ainda falta muito?”… Ó se falta, pensava eu… e ia andando!
Entre outros entretens parvos, havia jogos com palavras baseadas nas matrículas dos carros, palavras por famílias e também cores de carros.
Cada um escolhia uma cor e depois iam contando os da sua cor.
Quem chegasse primeiro aos 20, por exemplo, ganhava!
Fantástico!
Mesmo assim dava discussão porque apareciam sempre nestas alturas uns vislumbres de daltonismo interesseiro!
Este então era o jogo do “último reduto”!
O jogo em que, até eu, me propunha a perder (não gosto nem a feijões) só para percorrer uns km’s mais sossegado.
O jogo que propunha, já depois de ter tentado, sem sucesso, dar uma lamparina a qualquer um dos dois e à beira de uma luxação num ombro!
À partida perdia sempre porque escolhia a cor roxo, por exemplo!
Mas ganhava logo umas risadas de escárnio daquelas duas pestes amarradas lá atrás!
Ok, mais meia dúzia de km’s superados em paz mas com pouco sossego!
Mas voltando ao que me trouxe aqui, nas cores de carros somos na verdade muito formais.
A maioria opta pela cor de panela ou pelo preto tipo ministerial!
E por isso eram sempre as cores que eles escolhiam, os espertinhos!
Há é panelas mais ou menos brilhantes e pretos vários, mas tudo muito, muito pardacento.
Mas, pasme-se, arranjaram-lhes uns nomes pomposos como, Preto Rubacuori, Cinzento Impeccabile, Preto Phantom, Cinzento Meteoro, Preto Sapphire, Cinzento Pannacotta, Cinzento Intellettuale, etc e tal!
Um gozo!
Um destes dias no congresso do PSD em Mafra era vê-los!
Aquilo parecia uma “manif” de carros fúnebres e, na verdade, talvez não fosse caso para menos!
Agora começaram a surgir uns carros topo de gama de cor branca.
Notam-se!
São vivaços!
Mas não são nenhum branco frigorífico!
Nem pensar!
Dão por nomes como Branco Divino, Branco Radioso, Branco Ibis, Branco Olímpico… branco mais branco não há!
Eu, por mim, fiquei-me por um Azul Cuor Leggero mas aquilo em português decente é assim mais um Azul Cueca Metalizado.
Agora que a Quaresma está a acabar deixem-se lá tentar pela cor, mesmo que não seja num carro!
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